Importante

08/07/2013

Vejam esse vídeo, importantes esclarecimentos.

por

Delso Costa


Estamos aprendendo a reivindicar.

05/07/2013

No dia 04/07/2013, um grande número de funcionários públicos do município de Sorocaba fizeram um protesto pacífico em frente ao Paço Municipal.

Gritando palavras de ordem como ” Prefeito bom é aquele que atende a gente”, se manifestavam revezando ao microfone e expondo as insatisfações de cada classe ali representada.

A manifestação foi durante o horário de almoço dos funcionários, onde desse modo, os trabalhos não foram prejudicados e nem a população.

Foi protocolado junto a Secretaria de Gestão de pessoas e ao Gabinete do sr. prefeito todas as reivindicações destes funcionários.

Em seguida os que ali manifestação se dirigiram até a Casa de Leis que é do Povo, para então protocolar as mesmas reivindicações.

Após lotarem a parte reservada ao munícipes, todos ali canto o HINO NACIONAL BRASILEIRO como forma de se fazer presente nesta casa.

Os representantes de cada Associação de classe foram recebidos pelos vereadores ali presente ( ressalto que nenhum deles eram do partido do prefeito).

Acho que de agora em diante todas as manifestações deverão ter este formato, caso continue a intransigência do nosso sr Prefeito em não atender as associações de classe para pelo menos ouvir o que eles tem a dizer.

Parabéns a todos que se mobilizaram.

Abaixo as fotos de povo na Camara

Funcionários Publicos de diversas áreas tomam o plenário da Camara Municipal em Sorocaba.

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por Delso Costa


Monitoras de creches não chegam a acordo com Prefeitura e greve pode ser deflagrada

10/05/2013
quinta-feira, 9 maio, 2013

Duas reuniões foram realizadas nesta quarta-feira. Prefeitura alega que aumento é impossível

 

Itu – Após duas tentativas de acordo sem nenhuma solução, monitores e auxiliares das creches ituanas podem entrar em greve a qualquer momento. A paralisação, que já vinha sendo articulada há duas semanas, teve como último capítulo uma reunião que terminou no início da noite de ontem (8) no Sismi (sindicato da categoria).A decisão foi tomada após a Prefeitura se posicionar contra as reivindicações da categoria.

Na manhã de ontem, as monitoras e auxiliares das creches participaram de uma reunião com o prefeito Antônio Tuize, vice-prefeito Neto Beluci, secretário de Finanças Valfrido Carotti, presidente do Sismi Flamínio Leme e a secretária de Educação Marilda Cortijo para discutirem melhores condições de trabalho para a categoria, que reclama das ferramentas precárias de trabalho, além do baixo salário, que segundo elas, são incompatíveis com a nova realidade das creches municipais.

Segundo informações apuradas pelo JP, os salários da categoria são os seguintes: R$ 690 (auxiliares) e R$ 714 (monitores sem formação) e R$ 946 (monitor com formação). A alegação dos trabalhadores é que o número de crianças por sala dobrou, existe ainda falta de funcionários e material de trabalho.

Durante a reunião, o prefeito alegou a impossibilidade do aumento salarial para R$ 1 mil, valor reivindicado pelas monitoras, usando como argumento o reajuste recente que a categoria recebeu (8,288%).
A única representante do Legislativo que se dispôs a participar da reunião, vereadora Balbina de Paula Leite, foi proibida de acompanhar a conversa.

Nova reunião:
Logo após o encontro ocorrido na Prefeitura, no qual não houve acordo, o presidente do Sismi convidou as monitoras para uma nova reunião, no final da tarde, no sindicato.

Com a presença de 75 servidores, a reunião informativa definiu os novos rumos que serão tomados. “Com todos falando a mesma língua, iremos acionar o Jurídico para que sejam feitos os procedimentos legais dessa greve; mandando uma notificação para a prefeitura e a partir de então assumindo a postura de paralisação”, disse o presidente do sindicato, Flamínio Leme.
Durante cerca de uma hora e meia, os funcionários debateram os problemas e se revoltaram com a postura da Prefeitura sobre a situação. “Tentamos dar outras opções como, por exemplo, oferecer um plano de carreira, cursos de formação, mas nada adiantou. Como se não bastasse ainda fomos comparadas aos ‘tapas buracos’ da cidade que, segundo ele (prefeito), ganham o mesmo tanto e se aumentarem para nós terão que aumentar para todos. Mas espera aí, não desmerecendo o trabalho dos colegas, mas nós cuidados de gente, ajudamos na educação dessas crianças”, indignou-se uma das monitoras.

Além disso, as servidoras alegam que uma paralisação geral afetará o trabalho da Prefeitura. “A maior arma que temos é a nossa mão de obra, a hora que não tiver ninguém trabalhando nas creches quero ver o que vão fazer!”, contestou outra monitora.
Questionada pela reportagem do PERISCÓPIO sobre o assunto, a Prefeitura disse não considerar a possibilidade de greve e afirma que se isso ocorrer tomará as providências cabíveis legalmente.

Ao final da reunião no Sismi, o presidente do sindicato definiu que nesta quinta-feira (9), às 19h, uma nova reunião, desta vez com a presença do departamento jurídico da sindicância, será realizada para que o caso tenha prosseguimento de acordo com as leis.

 

fonte Jornal do Povo

por Delso Costa


Cidade de Itú, auxiliares se mobilizam.

07/05/2013

Monitores e Auxiliares das creches municipais ameaçam entrar em greve

segunda-feira, 6 maio, 2013

Funcionários reivindicam melhores salários. Assunto será discutido nesta segunda-feira pelos vereadores

Itu – No final da tarde da última sexta-feira (26), Monitores e Auxiliares das creches municipais de Itu se reuniram em frente ao cemitério municipal para discutirem a necessidade de estrutura, funcionários e aumento salarial para a categoria.

Dezenas de pessoas foram até o local, dispostas a entrar em greve caso suas reivindicações não sejam acatadas pelo poder público. Segundo as manifestantes, no início de março foi levado à secretária de educação da cidade, Marilda Cortijo, um abaixo assinado com quase 200 assinaturas pedindo melhorias nas creches que estão super lotadas. “Cada sala hoje tem em média 25 alunos para duas pessoas (monitora e auxiliar), quando o certo era atender até 14 crianças. Falta funcionário, falta ferramentas de trabalho. Para terem ideia, não temos luvas para dar banho nas crianças, chegam a dormir três crianças por colchão, muitas monitoras estão com problemas nas costas de levantar elas para o banho, pois não tem uma escadinha para que subam”, disse uma das manifestantes.
Outra monitora, que pediu para não ser identificada, explicou que o objetivo não é entrar em greve, porém se não melhorarem as condições de trabalho não terão outra alternativa. “Ao contrário do que foi dito, somos sim unidas a ponto de deixar de fazer horário de almoço ou até mesmo fazer dez horas de trabalho para não sobrecarregar ainda mais a outra. Mas não é justo. Nas cidades vizinhas o salário é melhor, aqui recebemos o salário mínimo (R$ 678) para trabalhar das 7h às 17h, as condições de trabalho são melhores e aqui estamos perdendo muitas companheiras que acabam indo trabalhar em outras creches da região. Os pais estão reclamando e com toda razão, fazemos o que é possível mas precisamos de reconhecimento. As creches estão caindo aos pedaços, com goteiras e rachaduras. Num primeiro momento queremos negociar, não vamos causar tumulto mas se não facilitarem isso, iremos sim entrar em greve”, afirma a monitora.

Segundo os funcionários, nesta segunda-feira (6) será apresentado em plenário um projeto para que o município acate as solicitações da categoria e a greve acontecer ou não vai depender da escolha e agilidade dos vereadores. Eles alegam que procuraram a vereadora Balbina de Paula Santos para que a mesma seja a porta voz do grupo. “Estamos cansados de fazerem vistas grossas para a situação que estamos vivendo. Se não resolverem isso iremos parar. Entrar em greve vai depender do que for aprovado na câmara. Sabemos que a maioria é favor ao governo, mesmo assim contamos com o bom senso dessas pessoas. Não havíamos feito isso ainda, pois acreditávamos que algo seria feito, mas foram só promessas de campanha”, explica outra manifestante.

Câmara:
A reportagem do JP entrou em contato com a vereadora Balbina de Paula Santos (PMDB) que confirmou estar levando o assunto a plenário na sessão desta segunda-feira (6). “Recebi um requerimento dessas monitoras para que abordasse o assunto junto aos vereadores em nome delas. Portanto, vou apresentar inclusive o abaixo-assinado que elas fizeram e pretendo sensibilizar os vereadores sobre a importância da criação de um piso de R$ 1 mil para essas profissionais”.

fonte: Jornal do Povo  –  Itu

por Delso Costa


Carga Horárias de Auxiliares de Creche, Vitória Final: Sancionada Lei

27/02/2013

Vitória em Vitória ES

Hoje começamos o ano bem. Depois de mais de um ano e muitas batalhas, pudemos comemorar essa vitória: A redução da carga horária dos agentes auxiliares de creche.

Agora, a categoria da Educação que mais se licencia por problemas de saúde poderá ter menos stress e render mais nas creches para nossas crianças: de 8 horas em sala de aula, sua jornada passará para 6 horas (exceto em um dia na semana, que poderá ter 2 horas usadas para planejamento e cursos).

É importante notar que essa alteração é apenas uma optimização dos recursos disponíveis, e não representou de forma alguma um aumento nos gastos da prefeitura, muito menos perda no horário de funcionamento das creches para os pais e seus filhos. Explico: as unidades funcionam de 7:00 às 17:00, e cada sala contava com dois agentes auxiliares, um em cada turno, o primeiro de 7:00 às 15:00 e outro de 9:00 às 17:00. Agora, os turnos prováveis serão de 7:00 às 13:00 e de 11:00 às 17:00. Portanto, nenhuma alteração nos horários de atendimento, nenhuma necessidade de contratação de mais profissionais, e o melhor de tudo isso: profissionais que poderão render muito mais com nossas crianças. Você imagina o que era ficar 8 horas por dia cuidando de 25 crianças de zero a 3 anos em média?

Às 10:00am de hoje, o Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio, ficou lotado de profissionais da Educação, predominantemente auxiliares de creche.

A secretária Cláudia Costin e o Prefeito Eduardo Paes falaram da importância do constante reconhecimento da categoria, já que o principal recurso para o aprendizado das crianças é o profissional da educação. As vagas de creche foram duplicadas, mas ainda há muito o que fazer numa cidade que tem um déficit histórico de dezenas de milhares de vagas, e usava até há poucos anos as creches como Assistência Social, e não como Educação. São muitos os efeitos positivos que a abordagem pedagógica nas creches pode trazer para a vida da criança.

Por fim, aí está uma imagem de nossa vitória, a lei já assinada, depois de mais de um ano de luta e várias batalhas sofridas:

A principal lição que fica é a de CIDADANIA. Pelo lado da categoria funcional, a união e a busca do diálogo e a participação nas lutas constantes, sua vontade de mudar enchendo as galerias e pressionando pelas votações. Pelo lado parlamentar, o vereador (eu, rs! :) ) que ouviu, estudou, preparou o projeto de lei, se engajou na luta que parecia interminável. (Aliás, você conhece aquela boneca russa, a Matrioshka? Quando abre uma, tem outra dentro, e outra, e outra? Pois é isso, rs!!! Mas chegamos ao final!). E  pelo executivo, que aceitou o diálogo, colocou os técnicos à disposição (SME e CODESP) e hoje sanciona a lei. Um caminho que mudou a história que estava escrita graças a mobilização, organização, espírito republicano e muita luta. Fica o exemplo: SIM, É POSSÍVEL MUDAR! Obrigado a todos!!!

Abraços,
Paulo Messina

 

por Delso Costa


Vejam isto, e avalie seu GOVERNADO ESTADUAL.

30/11/2012

Onde estão os crimonosos do estado?

www.youtube.com/watch?NR=1&v=Em5Lo_1pyl4&feature=endscreen

por Delso Costa


Gostas da GLOBO!! Assita este vídeo, vale a pena!!

22/11/2012

Achei interessantissimo, mas ja não acreditava nesta empresa.

Vejam voces e tirem sua conclusões.

 

fonte http://www.cartacapital.com.br/

por Delso Costa